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Astúrias

  • veigacv
  • 9 de jun.
  • 1 min de leitura

Orla marítima bela e acidentada

Do mar cantábrico às altas montanhas

as cidades únicas

Lembranças permanentes

Tantas vezes porto de chegada


Oviedo antiga, senhorial

Senhora do inverno,

dos caminhos do românico

do verdejante monte Naranjo

Caminhos de misticismo


Gijón progressista, contemporânea

menina do verão, do mar

dos sorrisos de poeta

Eterno elogio ao horizonte.


ⓒ Carlos Veiga 29.03.2024

 
 
 

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Arco-Íris

Quantas cores a vida tem, não sei Muitas usei para colorir o olhar Quando estava distraído Num mergulho incolor Quantas corres a vida tem, não sei Trazem sabores e odores Melodias que ecoam no espaço

 
 
 
Azimute (para o teu coração)

Quisera eu encontra-te por aí Nesta paisagem alentejana Despida de todos os pudores Para que me pudesses sorrir Aqui senti o teu beijo E me envolvi no teu abraço Enfeitados com lírios do campo Perdemo

 
 
 
Porto de partida

Existe um ponto de partida Ocidental Onde escrevo e me guardo Barco que navega ao longe Sem saber para onde irá Tantas milhas percorridas Procura Pelo porto de chegada Cansado de tanto navegar Bússola

 
 
 

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